Fico imaginando o tema da leitura: “… e eis que a cobra maligna sobe pelo encanamento até desembocar na privada. Lá encontra o bumbum de um jovem de 15 anos, cujo badalo balança freneticamente. Aquele movimento atiça o sanguinário ofídeo que se lança contra os testículos cobertos por uma pequena penugem, engolindo-os de forma voraz. O pobre mancebo, anestesiado de dor, é sugado para o interior do vaso sem sequer ter tempo de gritar por um socorro…”
Sem dúvida, a melhor leitura para momentos em que sentimos “O Chamado“.
Sabe quando você vai para o cinema já esperando ver um filme terrível, já influenciado por uma má avaliação de um jornalista que se diz entendido em críticar cinema? Então, foi assim que eu fui pra ver Se Eu Fosse Você – 2. A supresa disso tudo é que o filme é divertido e bacana. Cumpre com o que se propõe, que é entreter e arrancar boas risadas. Embora os protagonistas (Toni Ramos e Glória Pires) estejam muito bem, quem arrebenta mesmo é o genial Chico Anysio. Quando o cara entra em cena praticamente toma conta do filme. Há tempos sou admirador dele e não sabia que ele estava no elenco. O sujeito é tão diferenciado que ele não precisa falar nada em algumas cenas para se passar mal de rir.
Vi recentemente o DVD Especial do Chico Anysio e nele pude relembrar alguns de seus clássicos e inesquecíveis personagens, como Coalhada, Justo Veríssimo (mais atual que nunca) e Alberto Roberto. É uma pena que por algum motivo que não sabemos ao certo, ele tem pouco aparecido na TV, ou em pequenas pontas ou em participações especiais no programa Cilada, da Multishow, de seu filho Bruno Mazzeo. Torço para que essa atuação no filme Se Eu Fosse Você – 2, represente a retomada de sua carreira, sempre pautada por um humor versátil e inteligente, bem ao contrário do que costumamos ver por aí, como no desprezível Zorra Total.
Honestamente, não acreditava que comunidades como essa existissem. Considero o Zorra Total um dos piores (ou o pior, porque não me lembro de outro de qualidade inferior) programas de humor de todos os tempos. O texto é ruim e, principalmente, forçado. Parece que se apóia no nome para fazer um programa sem nexo, que, me desculpem os que se ofenderem, subestima a capacidade de compreensão do telespectador. A ressalva que faço é que lá tem alguns artistas talentosos que ficam espremido entre quadros tenebrosos.
Nesse último sábado consegui a proeza de ver uns 5 minutos de uma esquete de um abobalhado chamado Patrick, uma exagerada que rodava as tranças, um sobrancelhudo estereotipado como vilão. Nem em teatro de escola de criança sub-5 anos, vi algo tão terrível. Isso sem falar nas sequelas que essa produção de mau-gosto deixam na gente.
Acho que está na hora de começar a ter vergonha de falar que gosta de assistir essa Zorra.
obs: ah! em protesto, não vou colocar o link dessa comunidade no Orkut
Para quem não sabe, Leandro Queiroz é um dos mais talentosos fotógrafos capixabas. Além de trabalhar com fotojornalismo e publicidade, também é professor universitário e promove concorridos cursos. Ele acaba de dar um tapa no seu site, deixando-o mais limpinho, objetivo e sem firulas. Particularmente, prefiro assim, porque fica destacado, de fato, o portfólio. Confira aqui.
39 segundos pra tomar tudo??? Bom, garanto que pra sair, os 490 gramas de catchup vão demorar muito muito muito mais. Isso sem falar do fator ardência genital, né.
Leia mais aqui (aliás, vale a pena ver a foto do cara chupando o catchup)